11.05

Bom, hoje, era o último dia que poderíamos ir no Mauna Kea. Então, fomos em direção a ele, vendo o que aparecia no caminho. E apareceu o south Point View. Um lugar bem diferente. Apenas mar. Um costão enorme, com uma agua embasbacadoramente azul, com barquinhos, uns elevadores para baixar as pessoas até ele.

Fiquei com vontade de mergulhar alí. Muita.

Depois, vendo o mapa, e vendo pessoas voltando de lá, ficamos com vontade de ir até a Papakolea Beach. A única praia de areia verde do mundo. Mas começamos a andar, e vimos uma praia... E andamos mais, e outra praia, e mais um pouco, e.... cheeeeeeeeega!!! De chinelos, sem protetor, sem água... Desistimos. Mas, pra conhecer, dá uma olhada aqui.

Voltamos para a estrada. E demos uma passadinha em Punalu'u. Dessa vez sim a praia com areia preta. Areias coloridas hoje. Aqui, muitas lontras e tartarugas descansam nessas areias. Somos sempre avisados que não podemos tocar nos bichinhos, senão vamos presos. Mas com esse tempo, não tivemos muita sorte. Achamos uma tartaruga tímida, que apareceu muito pouco. A areia é completamente preta.

Seguindo em frente, fomos em direção ao vulcão. E é uma emoção incrível chegar perto do vulcão, vendo aquela fumaça toda, e imaginando aquilo tudo indo pelos ares, como em 87. Temos que fazer uma aulinha antes de entrar no parque, onde somos orientados a deixar os vidros abertos, para não sofrer nenhum mal com os gases. Fomos até o limite de carro, e encontramos um museu, com muitas informações da última vez que o vulcão entrou em erupção. E é muito sinistro.

As imagens são muito fortes. A roupa de um cara que perdeu as pernas por ser atingido pela lava, a velocidade da lava correndo, os loucos cinegrafistas de helicóptero voando a 10 metros da pilastra de lava... Muito interessante.

Aí, veio a dúvida. Vamos ver o Mauna Kea, ou vamos ver a lava se encontrando no mar. Pois é... Desde a última erupção, lava continua saindo, e encontrando no mar. A antiga estrada já foi prejudicada faz tempo, 187 casas já foram desapropriadas... E dizem que pela noite, fica sensacional a imagem, por que dá pra ver a lava incandescente.

Mas decidimos ir de encontro ao Mauna Kea ver as estrelas. Dizem que é uma visão incrível, e também eu queria subir desde antes de saber que estava sem neve. Duas horas de carro, e chegamos muito tarde. Já estava tudo escuro e não dava mais pra achar a entrada do parque. Pena. Vai ficar para a próxima vez. É bom ter desculpas.

10.05

Amanheceu novamente um tempo horroroso. Resolvemos ir hoje ao Luau. Um verdadeiro luau. Vamos ver.

Fomos então em direção às praias. Hoje decidimos ir em direção à Waipio, onde foi gravada a entrada do Parque dos Dinossauros. Dizem que é um lugar sagrado.

Indo nessa direção, de repente surge uma placa na estrada apontando para Kekaha Kay. Foi uma das praias proibidas para o Dodge Caliber. Mas liberadas para o Jeep Wrangler. E fomos nós. E toma-lhe uns 20 minutos de estrada terrível, que realmente justificava a proibição. Embora o que mais vimos foram carros alugados, proibídos. Isso, só para ilustrar que, ao contrário do que parece, há desobedientes em todos os lugares. Ao chegar na praia, tivemos toda a certeza que valeu o sacrifício (pra mim diversão!!) de andar naquela estrada, dando cabeçada no carro, todo duro.

A praia era incrível, praticamente deserta. Aqui, me senti como pinto no lixo, e tive a sensação que as férias já tinham valido a pena.

Tiramos umas fotos e fomos em frente. No caminho, tive a excelente idéia de cortar caminho, e pegamos uma estrada que cruzava a ilha. Passamos por um monte de cidadezinhas, e conhecemos várias fazendas... Parecia que estavamos passando pelo interior do Rio ou de Minas, com a única diferença que em todo o lugar que passávamos, viamos o Mauna Kea. Dava uma sensação que a estrada era torta, inclinada.

Fui seguindo o GPS, e de repente, ele me apontou para uma direção fora da estrada. Como ele não tinha errado antes, resolvi pegar. No início, parecia apenas uma estrada bucólica, foi se transformando em um buraco, mas um buraco!!! E a Raquel foi ficando nervosa, e eu adorando a aventura. Mas depois foi dando um certo nervoso, por que não chegavamos novamente na estrada. E eu fui teimoso, e segui em frente. Parecía que estavamos chegando (enquanto víamos carros desmanchados ao longo da estrada, tentávamos ver a estrada, tinhamos a chance de ver 547 tipos de capim...), damos de cara com uma porteira, dizendo que aquela era uma área particular, e que teríamos que voltar.

O GPS dava uma previsão de umas 2 horas até o destino final, estava todo errado, e a gente estava em um buraco.

Tivemos que andar por mais uns 40 minutos em uma estrada que achamos no meio do mato, pavimentada, e o GPS mandando virar a cada três décimos de milha a direita, e viamos sempre uma porteira dizendo que seríamos presos, caso ultrapassássemos. E conseguimos chegar a estrada 40 minutos depois, e em mais meia hora, chegamos à Waipio.

Lugarzinho sinistro. Muito bonito, mas difícil de acessar. A estrada de acesso dizia "Passe sob sua própria responsabilidade. Pedras podem cair sob sua cabeça. Se você morrer, o problema é seu!!!". Diante desses avisos, ficamos vendo só do Point View mesmo.

Depois da dor de cabeça, das fotinhas, resolvemos buscar a estátua do King Kamehameha. E toma-lhe estrada. Mas um pouco melhor, por que já conheciamos mais ou menos a estrada.

Quando o GPS disse que tinhamos chegado, não achavamos nada. Continuávamos perguntando, as pessoas diziam pra gente que era só seguir reto, que era em frente à biblioteca, e seguiamos em frente. O bom é que o caminho era bacana, então não tinha muito problema. Até que chegamos na biblioteca. E do outro lado da rua.... Bom, do outro lado da rua, estava lá a estátua. Essa aí do lado.

Então, depois de registrar o emocionante momento, fomos à biblioteca. Conversamos com a responsável, que nos mostrou alguns livros com a história real do Hawaii. O King Kam foi o cara. Ele unificou as ilhas, meteu a porrada em todo mundo, para depois conquistar a paz.Mais um menos isso.

09.05

Hoje, infelizmente, o dia amanheceu muito ruim. Mesmo. Aproveitamos para passear pelas lojas, procurando roupas de frio, que não imaginávamos precisar por aqui.

Então, hoje não tivemos muitas coisas legais... Na verdade fizemos muitas, mas nem registramos muita coisa. Fomos no Walmart, compramos uma bolsa extra, para comportar todas as lembranças que compramos. Compramos mais lembranças. Presentes para a garotada. Fomos comer no LL's Hawaiian Barbecue. Muito bom, em tamanho família gigante. Comidinha gostosa. Um pouco apimentada, mas nessa altura, já me acostumei.

Demos uma voltinha, e nos surpreendemos com os jardins ao redor das casas, e nas ruas. Tudo muito bem cuidado, e muito bonito.

Depois voltamos para o hotel, descansamos um pouco, e retornamos à saga da Kona Brewering. Depois de desanimar, achando que tinhamos perdido a oportunidade

em Oahu, descobrimos que a Kona Brewering ficava a 100 metros do nosso hotel. Mas chegamos atrasados de novo. E perguntamos a uma das moças que lá trabalhava que horas poderíamos chegar nos outros dias, e ela nos disse que poderíamos chegar até as 11. Amanhã iremos.

Fechamos o luau no hotel.

08.05

Hoje o dia começou melhor, com um tempo mais claro. Como o último dia em Oahu, fomos dar uma caminhada em ala moana. A praia mais cheia que vimos, com campeonato de voley, muita gente, pouca onda. Nenhuma, na verdade... Tinha umas pessoas na água, pegando as ondinhas de 10 centímetros.

Tudo muito bonito, muitas estátuas na praia, todas com leis que os voluntários colocam, e todas simbolizando essa sinergia entre homem e natureza, que é bem difundida aqui, e é realmente praticada. Aliás, isso é uma coisa que existe realmente por aqui. Trabalho voluntário. As pessoas querem se sentir parte de algo, e acabam trabalhando nos pontos turísticos, seja como guias, como a japa de ontem, seja como um simples conservador dos monumentos. É doação de verdade.

Demos uma passadinha na Häagen Dazs, e pelo preço de um sorvetinho qualquer, conseguimos comprar essas duas belezinhas aí do lado. Simplesmente sensacionais. Que saudade da loja de copacabana!

Andando de carro pela rua, sintonizamos uma rádio tocando... João Penca e seus Miquinhos Amestrados!! Blitz!! Música brasileira no Hawaii. Tudo o que escutamos além de bom Reegae.

Fomos comprar algumas lembrancinhas, e acabamos conhecendo a Honolulu Cookie Company, que é uma loja de biscoitos com sabores típicos, como o abacaxi, a manga, o café e o chocolate. Eles vem com um formato de abacaxi, todos, e são muito saborosos. E baratos, para o tipo de presente. Compramos alguns para a família, e outros para nosotros, que não somos bobos nem nada.

Fomos almoçar no Hard Rock, como qualquer bom turista, e depois demos uma passadinha na Hilo Hattie, que é uma C&A misturada com Leader, mas só com coisas típicas. Fui pego por uma Hawaiana safada que me vendeu uma pérola por 10 dólares, mas peguei ela também, e comprei só a pérola. Elas tinham um baú com chaves todas iguais, que abriam o baú. Dentro do baú, vários papéis com descontos (todos iguais) para a pérola, e depois ela tentava empurrar uma jóia com valores mínimos de US$ 200,00, e eu levei só a pérola. Aí ficou empate.

Voamos com a Hawaiian Airlines, a mais chamosa cia. aérea do mundo. Um vôo tranquilo. Ao chegar, alugamos um Jeep, ao invés de alugar o desejado Dodge Caliber. Com ele, não conseguiríamos acessar alguns pontos interessantes da Big Island. Um pouco mais caro, mas... mais emocionante!

08.05

Hoje o dia começou melhor, com um tempo mais claro. Como o último dia em Oahu, fomos dar uma caminhada em ala moana. A praia mais cheia que vimos, com campeonato de voley, muita gente, pouca onda. Nenhuma, na verdade... Tinha umas pessoas na água, pegando as ondinhas de 10 centímetros.

Tudo muito bonito, muitas estátuas na praia, todas com leis que os voluntários colocam, e todas simbolizando essa sinergia entre homem e natureza, que é bem difundida aqui, e é realmente praticada. Aliás, isso é uma coisa que existe realmente por aqui. Trabalho voluntário. As pessoas querem se sentir parte de algo, e acabam trabalhando nos pontos turísticos, seja como guias, como a japa de ontem, seja como um simples conservador dos monumentos. É doação de verdade.

Demos uma passadinha na Häagen Dazs, e pelo preço de um sorvetinho qualquer, conseguimos comprar essas duas belezinhas aí do lado. Simplesmente sensacionais. Que saudade da loja de copacabana!

Andando de carro pela rua, sintonizamos uma rádio tocando... João Penca e seus Miquinhos Amestrados!! Blitz!! Música brasileira no Hawaii. Tudo o que escutamos além de bom Reegae.

Fomos comprar algumas lembrancinhas, e acabamos conhecendo a Honolulu Cookie Company, que é uma loja de biscoitos com sabores típicos, como o abacaxi, a manga, o café e o chocolate. Eles vem com um formato de abacaxi, todos, e são muito saborosos. E baratos, para o tipo de presente. Compramos alguns para a família, e outros para nosotros, que não somos bobos nem nada.

Fomos almoçar no Hard Rock, como qualquer bom turista, e depois demos uma passadinha na Hilo Hattie, que é uma C&A misturada com Leader, mas só com coisas típicas. Fui pego por uma Hawaiana safada que me vendeu uma pérola por 10 dólares, mas peguei ela também, e comprei só a pérola. Elas tinham um baú com chaves todas iguais, que abriam o baú. Dentro do baú, vários papéis com descontos (todos iguais) para a pérola, e depois ela tentava empurrar uma jóia com valores mínimos de US$ 200,00, e eu levei só a pérola. Aí ficou empate.

Voamos com a Hawaiian Airlines, a mais chamosa cia. aérea do mundo. Um vôo tranquilo. Ao chegar, alugamos um Jeep, ao invés de alugar o desejado Dodge Caliber. Com ele, não conseguiríamos acessar alguns pontos interessantes da Big Island. Um pouco mais caro, mas... mais emocionante!

07.05

Hoje, fomos em direção à Hanauma Bay. Tivemos que acordar cedo. Bem cedo.

Recebemos a dica sobre a capacidade do estacionamento, na entrada da praia, e partimos cedo mesmo. Chegamos com o estacionamento quase cheio, mas como sempre, tudo o mais cuidado possível.

A Raquel usou como papel de parede, no micro, uma foto de Hanauma Bay, e ficávamos imaginando como seria chegar naquela praia. E foi. A praia é linda!

Ao chegar na praia, tivemos que assistir uma aulinha sobre a história, a preservação, as espécies do local. E tivemos que escutar em inglês, veja se pode.

Tinha uma japinha com uns fones de ouvido, distribuindo. Eram fones de tradução simultânea. Holandês? toma. Francês? toma. Japonês? É claro! Português? Português no tem no, né?

Aluguei uns apetrechos pra mergulhar, enquanto a Raquel ficou só na areia. E fiquei um tempão mergulhando. A estrutura da praia, cheia de corais, e com uma visibilidade incrível. Vi todo tipo de peixes, e um em particular era muito bonito. Chama-se Parrotfish, ou peixe papagaio. E o nome dele é muito bem aplicado.

Depois, fomos em direção à Kailua, margeando a costa. Era um dos nossos planos. Andar sem rumo, vendo as belezas da ilha. Passamos por Makapu'u, e vimos uma cena rara: Ondas. Nada de mais, mas com a falta de ondas por aqui, vale o registro.

Chegamos a Kailua, e encontramos uma praia incrível para o kitesurf, cheia de gente n'agua. Mas além da praia, tinha um parque maravilhoso a beira d'agua, muito verde, com famílias fazendo piqueniques, jogando fresbies com seus cachorros, passarinhos com cabeças vermelhas... enfim, um modelo de praia diferente, mas bem bonita.

Começamos a nossa super saga número dois. Conseguir ir na Kona Brewering. Uma cervejaria do Hawaii. Mas chegamos depois da Hora.

06.05

Comecamos entao a nossa busca pelas praias. Comecamos a entender por que tudo por aqui tem arco-iris. Chove uma chuva rapida, e logo depois o sol aparece. Tivemos pela manha ainda, tomando cafe na varanda, um arco-iris imenso, com as cores muito bem definidas, bem na nossa cara. Incrivel.

Fomos em busca da Haleiwa. O GPS ajudou bastante. Tinhamos que comprar uma sunga, porque o tantan aqui esqueceu a sunga em sunnyvale. Paramos em uma loja de surfista, e tinham umas bermudas por uns $50. Ja tinha passado da fase de ter uma bermuda da quicksilver. Atravessamos a rua e compramos na tradicional cabaninha "vende tudo" uma por 10.

Chegando em Haleiwa, estava um frio desgracado, chovendo e tudo. Fomos dar uma andada, e a Raquel ficou com medo que eu entrasse na agua, por que tinham uns corais na beirada. De repente o coral coloca a cabeca pra fora pra respirar. Nos deparamos com 4 tartarugas hawaianas. Incrivel. Fiquei um tempao treinando com a maquina nova, mas com um medo danado de cair na agua.

Depois continuamos nossa busca por Waimea. O GPS nao ajudou muito, porque acabamos sem encontrar a tal. Mas encontramos uma praia linda, chamada Three tables, por razoes obvias (Pensei que tinha tirado uma foto dessa... Na verdade havia uma bancada de corais no formato de 3 mesas juntas... talvez... . pronto... achei uma no google)

Logo depois perguntamos e descobrimos que Waimea estava um pouco antes, que o GPS estava certo, e que Waimea era linda. Uma agua incrivel, sem ondas... Alias, onda fou alguma coisa aqui que eu nao vi.

Praia curtida a parte, fomos dar a volta na ilha. Gasta-se menos de um tanque pra isso, mas e chao pra caramba.

Ao longo da estrada, vamos encontrando pontos turisticos, como o Cinnamons Heat, que e uma ilhota famosa, e iamos dando pequenas paradinhas, para tirar as fotos, e seguiamos em frente.

Depois de uma pequena duvida sobre higiene alimentar, resolvemos parar no Giovannis. Um trailer, como o Chico's, em botafogo, super famoso, que servia uns camaroezinhos sensacionais. Provamos o Scampi, que e feito com manteiga e limao, sensacional. Tambem tomamos um smoothie de abacaxi com coco, de longe o melhor que ja tomei.

Demos uma passadinha em Punalu'u, crentes que veriamos muitas tartarugas, mas descobrimos que a praia de areias pretas ficava em Big Island. Essa, por sua vez, parecia a casa do monstro fumaca de lost.

Fomos entao pra casa, e acabamos conhecendo meia ilha, pegando um atalho, e vendo esses arcoris duplos. Nunca tinha visto algo assim na vida.

Depois, na terceira tentativa, conseguimos ir ao Outback. SEM FILAS. A comida era a padrao, mas as combinacoes de pratos eram completamente diferentes. Achei o meu prato perfeito: Meia costelinha, uma pataca de frango, e uns camaroes gigantes. Perfeito.

Ainda deu pra ver um por do sol sensacional. Ja to ficando com saudade disso aqui.

05.05


Saimos para o Hawaii. No aeroporto, nos deparamos com algumas diferencas, como a cobranca pra despachar a mala, pela comida, pelo ar... Voce espirra, e pronto. Ja estao te cobrando. Tiramos os sapatos, perdemos um mega protetor solar por esquecer de despachar, enfim... Coisas de viagem.

Voo tranquilo, dia bonito. Chegar no Hawaii tem suas belezas. Voce comeca a ver a cor da agua, e da vontade de abrir a porta de emergencia e pular la de cima. Tudo muito bonito. O aeroporto de Oahu e lindo. Parece que foi reformado ha pouco tempo, e e incrivel. Bem sinalizado, com um jardim belissimo, muito bonito.

Fomos alugar o carro e quase saimos de la com um iate, pelo menos pelo esforco de venda do cara que me atendeu. Pegamos o seguro mais basico, e o cara dizendo o tempo todo "one milliom dolllllars"' querendo me vender um seguro de vida, como se eu tivesse vindo para o Hawaii para morrer.

Chegamos no hotel com a ajuda do gps, e nos sentiamos em miami. A gente sai daqui pensando em cabaninhas de palha, e chega la se deparando com uma ilha com mais de um milhao de habitantes, highways e tudo mais. Nao existe nada bucolico na chegada. Ficamos no Ilikai, perto da Ala Moana, entre 2 praias. Bem confortavel e barato.

Fomos fazer um reconhecimento da area e tivemos a nossa tentativa frustrada numero 2 de irmos ao Outback. Ficamos por perto mesmo comendo no subway. Identico.

Fomos no shopping comprar coisas de praia, e o shopping botou inveja no Rio Sul e no Fashion Mall juntos. Gigante, com lojas badaladas, muita variedade, muito oriental (pra eles e so a metade do caminho pra vir pro tio sam). Fomos na Macys comprar um chapeu pra Raquel, e depois de comprar uma camisa pra mim no Bubba Gump, fomos jantar numa pizzaria sen-sa-cio-nal. Fomos atendidos pelo sosia do Eriberto Leao e pedimos uma pizza com camarao Scampi. Cara... Vamos ter que aprender essa porcaria. Bom pra cacete.

Cara.... Saca só o por do sol na janela do quarto do nosso hotel!

04.05

Eu devia ter comecado isso antes. Estou sem internet, mas ainda posso escrever. Estou sem fotos, mas ainda posso coloca-las depois.

Hoje fomos em busca da camera. Resolvi comprar uma camera DSLR. Uma camera melhor do que essas normais, mas tambem nao profissionais.

Entao pegamos o Caltrain, que e diferente do que pegamos ontem (eu confundi os nomes), e fomos direto para San Francisco. Ja tinhamos dado um pulinho antes, entao ja sabiamos mais ou menos o que queriamos ver.

Procuramos, com a ajuda da Izabel, uma BestBuy, que e uma boa loja para comprar eletronicos, embora nao seja uma fry's.

No caminho, fomos andando por umas vias bem estilo portuario, mas com uma cara de Porto Madero. Escola de artes pra ca, Starbucks pra la... Tudo lindo. Sentiamos uma seguranca parecida com a que senti no Palacio de Cristal, em Madrid, as 11 da noite. Se estivesse em casa, ia estar me borrando.

Beleza. Compramos a maquina, mais cartao de memoria, mais algumas quinquilharias. Um perigo pra mim tanto quanto largar uma mulher na loja da vitoria secrets.

Saimos andando pela rua com blauzer slauser tthousand doooollllars pela rua, numas sacolinhas azuis, com um logotipo consideravel da BestBuy, num lugar como a rodoviaria novo rio. A preocupacao foi me abatendo, de forma controlada. A Raquel estava um pouco mais nervosa. Num momento que eu achei que estava sendo seguido por um negao enorme, esquivei um pouco a direita, entramos em uma casa de pizzas, e encontramos o Salsicha.

Perguntamos a ele como faziamos pra chegar na Union Square, ele disse e depois o $$?#?@@?!%/%$?###!* do Salsicha, que era a cara do Salsicha original do filme do Scobydoo, disse pra gente: "Is such a beatiful day to walk".

E os malucos aqui cairam. O cara tava bem intencionado, mas definitivamente nao foi uma boa ideia. Fomos andando e a certeza de que todos na rua iam ver minha cueca do homem-aranha (a parte do homem-aranha e brincadeira) ia me apavorando cada vez mais. Iamos andando, e as coisas iam piorando. Nao eram as ruas, que, embora um pouco sujas, estavam bem conservadas e sinalizadas. O problema e que iamos nos sentindo cada vez mais cercados de um clima ruim, com prostituicao, bebados, mendigos, pedintes... Foram uns 20, 30 minutos caminhando tensos.

Ate que chegamos pela Eddis na Powell com a Market, e vimos movimento de turistas. Ai ficamos mais calmos. Demos uma aliviada no stress, vendo o bondinho, ate comermos no Burger King. Estava com saudade do tal do Triple Wuper. Comemos ao lado do Hagrid, do Harry Potter, que comia, enquanto cantarolava as musicas preferidas da Raquel, duas singelas promocoes Super Large Size. Duas!

Raquel quis ir ao banheiro, mas estava trancado. Entao apareceu um japa, com umas moedas, dando uma esmola pra Raquel, sem que entendessemos nada. Ele fazia uns gestos, como se fosse para ela ir embora, como se tivesse dando uma graninha pra ela se mandar, e entao, percebemos que ele estava de uniforme, e estava dando uma ficha para ela usar o banheiro.

Terminado o lanchinho, fomos comprar mais algumas coisas, como roupas, protetor, essas coisas, e fomos pra casa. Dessa vez de taxi ate a estacao. Pegamos o Cal novamente e pegamos um taxi. Com um cara do MENA. Que queria embolsar meu troco. Podia ate ter deixado, mas o cara ja foi se apropriando assim dele, que fiquei puto e pedi de volta. 1 dolar.

Fomos entao nos preparar para o Hawaii. Arrumar as malas e tentar dormir.

03.05

Tiramos o dia para ir ao shopping. Fomos ver o american way of buying. Nao vimos muito, pois acabamos vendo o japan way of buying. Aqui em San Jose tem muito japones.

Pegamos o Caltrain, que e um trem de superficie. Uma especie de metro. Muito bem conservado, sinalizado. Em cada vagão tem um espaco para bicicletas, o que e muito comum por aqui.

Fomos ao Milpitas, que e um shopping relativamente perto daqui, e pareciamos duas criancas em um parque de diversoes. Pensavamos que tinha se passado uns 10 minutos e ja passava da hora de almocar.

Foi quando resolvemos comer no mexicano. Tinhamos todo o tipo de comida disponivel (Mongol, Thai, Junkie, MC, enfim... Coisas que eu nunca havia visto antes) e resolvemos justo no mexicano. Ate ai tudo bem. Expliquei que nao queria nada apimentado, e a Raquel pediu um Original, porque era o unico que vinha sem feijao.

Estava eu comendo (e chorando), acabado com toda a minha enorme bebida (que nao sei porque aqui eles chamam de pequena, com mais ou menos meio litro), quando a Raquel, tambem quase chorando disse: Agora a minha pimenta comecou a pegar... Eu, que naquele momento devia comlletar uns 20 minutos calado, sofrendo quieto, disse: A minha ja pegou faz tempo. Deixa eu ver. A partir daquele momento, eu desejei ter todos os gelos de todas as vezes que alguem me mandou secar, pra fazer a lava vulcanica dentro da minha boca esfriar.

Meia hora depois, continuamos a romaria. Num determinado momento, achamos um carrinho de compras, e comecamos a andar pelo shopping com ele. A essa altura, eu ja estava mesmo precisando de um.

Quando descobrimos que ja estava tarde, e que precisavamos ir embora, e nao tinhamos visto nem a metade do shopping, comecamos a ficar assustados. Comprei um chip pre pago da T-mobile, e combinamos nossa carona de volta.

Ao chegar, a Isabel nos disse que quem usa carrinho de compras aqui sao os homeless. Estavamos ha umas 2 horas andando por ai, como uns mendigos no shopping, crentes que estavamos abafando!

02.05

Bom... Chegamos, e fomos logo dar uma olhadinha em São Francisco. O Eduardo e a Isabel fizeram as honras da casa, e foram nos mostrar algumas coisas legais.

Conhecemos a Lombard street, demos uma volta no pier de San Francisco, vimos uns leoes marinhos, e fomos almoçar no Bubba Gump. Lembra dele? Pois é, é o restaurante do Forrest Gump. Comida razoável, atendimento razoável, ótima compania.

Tudo é muito diferente. As coisas parecem melhor apresentadas, como se houvesse uma preocupação maior com o que está sendo vendido ao cliente. Vemos aqueles caras que fazem quadros psicodélicos com jet na calçada, mas os caras colocam uma música, arrumam um mini-stand, usam mascara... Fica parecendo mais profissional, embora ainda seja o mesmo quadro.

Ao andarmos pelas lojas encontramos 2 coisas maravilhosas: A primeira, uma loja de fudge. Sensacional! A loja e simples, mas novamente bem marketeira. vaaaaaarios sabores, lev mais ou menos uns 10 minutos pra escolher um.

A outra, que iremos voltar ainda, e a loja de canhotos. tem um monte de coisas para canhotos. Canecas, tesoras, abridores de latas... a loja dos meus sonhos. Porque? Da uma olhada em como eu abro latas e voce vai entender.

Como ainda estavamos um pouco cansados da viagem, fomos pra casa, pra dormir um pouco. Recebemos um maravilhoso jantar, me iniciando na pimenta. Mãe, se prepara, que quando eu voltar, periga eu gostar de gengibre e tudo.

preview - 02.05

Oi... Estava sem internet... ainda estou um pouco... mas estou anotando e tirando fotos de tudo. Comprei uma maquina nova que esta ajudando um pouco com isso.

Em breve vou contar a aventura pra comprar a maquina, a viagem para o Hawaii, praias, tartarugas, vulcao, a aventura para voltar do Hawaii... enfim. Ja, ja coloco o update!

Ate logo.

01.05

Conhecemos o Carlos, taxista gente boa de Niterói.

Fizemos malas pequenas, e no fim das contas, acabamos usando minha mochilinha de 75 litros. Droga. Não queria ter que traze-la.

Fizemos uma boa viagem até Lima. Daquelas que acordamos somente para (cuspir e) comer e voltamos a dormir. Não sentimos direito a viagem, porque estavamos com muito sono.

Bom aeroporto o de Lima. Bem organizado, com uma fila gigante para fazer a troca de aeronaves, e ainda por cima, livre de terremotos.

Achamos umas diversões bobas no aeroporto, esperando a hora, até que chegamos em uma loja daquelas de souvenirs tradicionais.

Foi quando nos deparamos com o chocolate Britt. Na verdade não era muito com o chocolate em sí, pois a Britt é uma espécie de consolidadora de delícias como café e chocolate. Penso em comprar uns cafés quando voltar.

Então, nessa loja tinha uns chocolates Britt, fabulosos. Vendiam 6, entregavam 8, davam 50% de desconto no segundo, enfim.... Cheios de promoções para baratear o preço razoavelmente caro.

Mas a boa notícia é que eles tinham amostras grátis.

Assim, pudemos provar de todos, e ao invés de ficarmos em duvida sobre comprar, trocamos essa por qual vamos comprar na volta.

Achei um de Aguaymanco. Sabe o que é isso? Goldenberry. Sabe agora? Nem eu, mas é muito bom. Acho que o melhor chocolate do pessoal da Britt.

Quando chegamos a San Salvador, tinhamos que queimar o tempo, já que a escala era longa. Mas o tempo estava muito feio para sair do aeroporto. Também acabamos conversando com um policial, que nos disse que tinhamos cara de "hijos de tipos muy ricos". Que pegassemos um taxi para ir ao centro, pois em um ônibus poderia ser complicado. Pela nossa cara, e pela quantidade de pessoas.

Fomos então para um café e achamos uma coisa incrivelmente diferente. Cultura é uma coisa incrível.

Meu amigo Agustín, por vez morando no México, disse que "hacerse rico" era uma coisa complicada, pois as mulheres perguntavam na cara dura quando ele ganhava. Descobrimos que é comum, e que existem algumas taras rondando El Salvador pela TV. As frases que mais achamos foram: "Quero uma gordinha para falar" e "Tenho carro". Veja aqui o que conseguimos gravar.

Perguntamos para o pessoal que nos atendia se aquilo funcionava, e eles disseram que sim.

Usamos aquilo como passatempo, e logo em seguida enchemos o saco. Esperamos por vencer o horário para o embarque do vôo, e resolvi comprar uns doces típicos. Acabei comprando um monte de variações de doces de leite, e alguma coisa com tamarindo, além de comprar uma semita de ananás.

A semita era muito boa, mas tudo em san salvador era exagerado. Comprei quase meio quilo de doce de leite.

Enfim, subimos no avião, e enfrentamos mais um longo trajeto. A mulher que viajava ao nosso lado nos assustava um pouco, pela quantidade de vezes que rezava, toda vez que o avião mexia, na aterrisagem e no pouso.

Chegamos. Encontramos Isabel e Eduardo. Enfim. Fomos direto para casa, jantar e dormir. Casinha muito bonita a deles. Tudo muito diferente ainda.

30.04 - Releasing Californication

Correria louca no trabalho. Encontrei minha Mãe. Veio desejar boa viagem. O Pai ligou. Não deu pra falar muito. Na volta eu passo lá.

Chegamos em casa umas nove horas. Os irmãos da Raquel vieram visitar a gente, e trouxeram o Tiaguinho, que tava uma pilha só.

Dormi uns 20 minutos, mas pareceram 20 horas. Quando a Raquel me acordou, tive a clássica paranóia de que tinha perdido o horário do vôo. Isso acontece comigo até hoje. Acho que começou quando eu tinha uns 10 anos, e morria de medo de perder o horário dos acampamentos.

Preview 2 - Califórnia dreaming....

hoʻōho. Ou hello. ou Aloha.

30 horas pra partida.

Muita coisa pra resolver aqui. Acho que vai dar tempo. Título de eleitor, pagamento de condomínio, essas coisas... chatas, quando você está pensando em pegar uma onda num mar azul, com um pranchão... Tomar uma raspadinha (é... ultima moda!!).

Muito trabalho. Muuuuuuito. Deixar as coisas em ordem é bem trabalhoso. Acho que nem vou conseguir curtir minha peregrinação pelos países da américa central. Faremos algumas escalas.... interessantes... Vamos ver!

No site da Kayak consta: 24 day trip, departing in 2 days. How long!!! O clima parece que vai estar um pouco maluco, mas... O que seria das viagens sem as aventuras?

Agora as rezas são para dar neve no Hawaii, para conhecermos pessoas legais, que nos contem um pouco sobre a história e o dia a dia de lá, acharmos um casamenteiro da região, curtirmos nossos anfitriões... Ih... se ficar escrevendo tudo, acho que não sobra para os outros dias.

No fundo, isso aqui é um livro de viagens, com as nossas impressões do dia a dia disso tudo, que mais uma vez tenta aproximar nossos amigos da nossa voltinha pelo mundo. É como se tivessemos todos vocês perto também.

E hele kākou?




Preview 1 - Garota eu vou pra Califórnia....

Poderia dizer que isso aqui é um teaser... Da próxima... Da que está chegando.

Daqui a 18 dias, parto pra mais uma. Dessa vez, completamente diferente da última viagem. Dessa vez com meu amor. Dessa vez viajando junto, com alguém que ama compartilhar as mesmas coisas que eu.

Dessa vez, não mais pra achar, mas pra consolidar! Pra casar! Minha família vai e volta junta. E talvez volte um pouquinho modificada. Mais tempo, mais experiências, mais lugares, mais gente...

A Kayak ajudou bastante, e não teremos muitas dúvidas do que vamos encarar.

Muita caminhada por lugares comuns. Supermercados! Bancos de pracinhas desconhecidas, metrô!! Praias!!! Talvez neve!! Vamos ver... E vamos mesmo, por que eu trarei o resultado das andanças pra cá!

Vou voltar a escrever diariamente, tentando colocar fotos de todos os lugares que passaremos.

Já, já tem mais.