11.05

Bom, hoje, era o último dia que poderíamos ir no Mauna Kea. Então, fomos em direção a ele, vendo o que aparecia no caminho. E apareceu o south Point View. Um lugar bem diferente. Apenas mar. Um costão enorme, com uma agua embasbacadoramente azul, com barquinhos, uns elevadores para baixar as pessoas até ele.

Fiquei com vontade de mergulhar alí. Muita.

Depois, vendo o mapa, e vendo pessoas voltando de lá, ficamos com vontade de ir até a Papakolea Beach. A única praia de areia verde do mundo. Mas começamos a andar, e vimos uma praia... E andamos mais, e outra praia, e mais um pouco, e.... cheeeeeeeeega!!! De chinelos, sem protetor, sem água... Desistimos. Mas, pra conhecer, dá uma olhada aqui.

Voltamos para a estrada. E demos uma passadinha em Punalu'u. Dessa vez sim a praia com areia preta. Areias coloridas hoje. Aqui, muitas lontras e tartarugas descansam nessas areias. Somos sempre avisados que não podemos tocar nos bichinhos, senão vamos presos. Mas com esse tempo, não tivemos muita sorte. Achamos uma tartaruga tímida, que apareceu muito pouco. A areia é completamente preta.

Seguindo em frente, fomos em direção ao vulcão. E é uma emoção incrível chegar perto do vulcão, vendo aquela fumaça toda, e imaginando aquilo tudo indo pelos ares, como em 87. Temos que fazer uma aulinha antes de entrar no parque, onde somos orientados a deixar os vidros abertos, para não sofrer nenhum mal com os gases. Fomos até o limite de carro, e encontramos um museu, com muitas informações da última vez que o vulcão entrou em erupção. E é muito sinistro.

As imagens são muito fortes. A roupa de um cara que perdeu as pernas por ser atingido pela lava, a velocidade da lava correndo, os loucos cinegrafistas de helicóptero voando a 10 metros da pilastra de lava... Muito interessante.

Aí, veio a dúvida. Vamos ver o Mauna Kea, ou vamos ver a lava se encontrando no mar. Pois é... Desde a última erupção, lava continua saindo, e encontrando no mar. A antiga estrada já foi prejudicada faz tempo, 187 casas já foram desapropriadas... E dizem que pela noite, fica sensacional a imagem, por que dá pra ver a lava incandescente.

Mas decidimos ir de encontro ao Mauna Kea ver as estrelas. Dizem que é uma visão incrível, e também eu queria subir desde antes de saber que estava sem neve. Duas horas de carro, e chegamos muito tarde. Já estava tudo escuro e não dava mais pra achar a entrada do parque. Pena. Vai ficar para a próxima vez. É bom ter desculpas.

10.05

Amanheceu novamente um tempo horroroso. Resolvemos ir hoje ao Luau. Um verdadeiro luau. Vamos ver.

Fomos então em direção às praias. Hoje decidimos ir em direção à Waipio, onde foi gravada a entrada do Parque dos Dinossauros. Dizem que é um lugar sagrado.

Indo nessa direção, de repente surge uma placa na estrada apontando para Kekaha Kay. Foi uma das praias proibidas para o Dodge Caliber. Mas liberadas para o Jeep Wrangler. E fomos nós. E toma-lhe uns 20 minutos de estrada terrível, que realmente justificava a proibição. Embora o que mais vimos foram carros alugados, proibídos. Isso, só para ilustrar que, ao contrário do que parece, há desobedientes em todos os lugares. Ao chegar na praia, tivemos toda a certeza que valeu o sacrifício (pra mim diversão!!) de andar naquela estrada, dando cabeçada no carro, todo duro.

A praia era incrível, praticamente deserta. Aqui, me senti como pinto no lixo, e tive a sensação que as férias já tinham valido a pena.

Tiramos umas fotos e fomos em frente. No caminho, tive a excelente idéia de cortar caminho, e pegamos uma estrada que cruzava a ilha. Passamos por um monte de cidadezinhas, e conhecemos várias fazendas... Parecia que estavamos passando pelo interior do Rio ou de Minas, com a única diferença que em todo o lugar que passávamos, viamos o Mauna Kea. Dava uma sensação que a estrada era torta, inclinada.

Fui seguindo o GPS, e de repente, ele me apontou para uma direção fora da estrada. Como ele não tinha errado antes, resolvi pegar. No início, parecia apenas uma estrada bucólica, foi se transformando em um buraco, mas um buraco!!! E a Raquel foi ficando nervosa, e eu adorando a aventura. Mas depois foi dando um certo nervoso, por que não chegavamos novamente na estrada. E eu fui teimoso, e segui em frente. Parecía que estavamos chegando (enquanto víamos carros desmanchados ao longo da estrada, tentávamos ver a estrada, tinhamos a chance de ver 547 tipos de capim...), damos de cara com uma porteira, dizendo que aquela era uma área particular, e que teríamos que voltar.

O GPS dava uma previsão de umas 2 horas até o destino final, estava todo errado, e a gente estava em um buraco.

Tivemos que andar por mais uns 40 minutos em uma estrada que achamos no meio do mato, pavimentada, e o GPS mandando virar a cada três décimos de milha a direita, e viamos sempre uma porteira dizendo que seríamos presos, caso ultrapassássemos. E conseguimos chegar a estrada 40 minutos depois, e em mais meia hora, chegamos à Waipio.

Lugarzinho sinistro. Muito bonito, mas difícil de acessar. A estrada de acesso dizia "Passe sob sua própria responsabilidade. Pedras podem cair sob sua cabeça. Se você morrer, o problema é seu!!!". Diante desses avisos, ficamos vendo só do Point View mesmo.

Depois da dor de cabeça, das fotinhas, resolvemos buscar a estátua do King Kamehameha. E toma-lhe estrada. Mas um pouco melhor, por que já conheciamos mais ou menos a estrada.

Quando o GPS disse que tinhamos chegado, não achavamos nada. Continuávamos perguntando, as pessoas diziam pra gente que era só seguir reto, que era em frente à biblioteca, e seguiamos em frente. O bom é que o caminho era bacana, então não tinha muito problema. Até que chegamos na biblioteca. E do outro lado da rua.... Bom, do outro lado da rua, estava lá a estátua. Essa aí do lado.

Então, depois de registrar o emocionante momento, fomos à biblioteca. Conversamos com a responsável, que nos mostrou alguns livros com a história real do Hawaii. O King Kam foi o cara. Ele unificou as ilhas, meteu a porrada em todo mundo, para depois conquistar a paz.Mais um menos isso.

09.05

Hoje, infelizmente, o dia amanheceu muito ruim. Mesmo. Aproveitamos para passear pelas lojas, procurando roupas de frio, que não imaginávamos precisar por aqui.

Então, hoje não tivemos muitas coisas legais... Na verdade fizemos muitas, mas nem registramos muita coisa. Fomos no Walmart, compramos uma bolsa extra, para comportar todas as lembranças que compramos. Compramos mais lembranças. Presentes para a garotada. Fomos comer no LL's Hawaiian Barbecue. Muito bom, em tamanho família gigante. Comidinha gostosa. Um pouco apimentada, mas nessa altura, já me acostumei.

Demos uma voltinha, e nos surpreendemos com os jardins ao redor das casas, e nas ruas. Tudo muito bem cuidado, e muito bonito.

Depois voltamos para o hotel, descansamos um pouco, e retornamos à saga da Kona Brewering. Depois de desanimar, achando que tinhamos perdido a oportunidade

em Oahu, descobrimos que a Kona Brewering ficava a 100 metros do nosso hotel. Mas chegamos atrasados de novo. E perguntamos a uma das moças que lá trabalhava que horas poderíamos chegar nos outros dias, e ela nos disse que poderíamos chegar até as 11. Amanhã iremos.

Fechamos o luau no hotel.

08.05

Hoje o dia começou melhor, com um tempo mais claro. Como o último dia em Oahu, fomos dar uma caminhada em ala moana. A praia mais cheia que vimos, com campeonato de voley, muita gente, pouca onda. Nenhuma, na verdade... Tinha umas pessoas na água, pegando as ondinhas de 10 centímetros.

Tudo muito bonito, muitas estátuas na praia, todas com leis que os voluntários colocam, e todas simbolizando essa sinergia entre homem e natureza, que é bem difundida aqui, e é realmente praticada. Aliás, isso é uma coisa que existe realmente por aqui. Trabalho voluntário. As pessoas querem se sentir parte de algo, e acabam trabalhando nos pontos turísticos, seja como guias, como a japa de ontem, seja como um simples conservador dos monumentos. É doação de verdade.

Demos uma passadinha na Häagen Dazs, e pelo preço de um sorvetinho qualquer, conseguimos comprar essas duas belezinhas aí do lado. Simplesmente sensacionais. Que saudade da loja de copacabana!

Andando de carro pela rua, sintonizamos uma rádio tocando... João Penca e seus Miquinhos Amestrados!! Blitz!! Música brasileira no Hawaii. Tudo o que escutamos além de bom Reegae.

Fomos comprar algumas lembrancinhas, e acabamos conhecendo a Honolulu Cookie Company, que é uma loja de biscoitos com sabores típicos, como o abacaxi, a manga, o café e o chocolate. Eles vem com um formato de abacaxi, todos, e são muito saborosos. E baratos, para o tipo de presente. Compramos alguns para a família, e outros para nosotros, que não somos bobos nem nada.

Fomos almoçar no Hard Rock, como qualquer bom turista, e depois demos uma passadinha na Hilo Hattie, que é uma C&A misturada com Leader, mas só com coisas típicas. Fui pego por uma Hawaiana safada que me vendeu uma pérola por 10 dólares, mas peguei ela também, e comprei só a pérola. Elas tinham um baú com chaves todas iguais, que abriam o baú. Dentro do baú, vários papéis com descontos (todos iguais) para a pérola, e depois ela tentava empurrar uma jóia com valores mínimos de US$ 200,00, e eu levei só a pérola. Aí ficou empate.

Voamos com a Hawaiian Airlines, a mais chamosa cia. aérea do mundo. Um vôo tranquilo. Ao chegar, alugamos um Jeep, ao invés de alugar o desejado Dodge Caliber. Com ele, não conseguiríamos acessar alguns pontos interessantes da Big Island. Um pouco mais caro, mas... mais emocionante!

08.05

Hoje o dia começou melhor, com um tempo mais claro. Como o último dia em Oahu, fomos dar uma caminhada em ala moana. A praia mais cheia que vimos, com campeonato de voley, muita gente, pouca onda. Nenhuma, na verdade... Tinha umas pessoas na água, pegando as ondinhas de 10 centímetros.

Tudo muito bonito, muitas estátuas na praia, todas com leis que os voluntários colocam, e todas simbolizando essa sinergia entre homem e natureza, que é bem difundida aqui, e é realmente praticada. Aliás, isso é uma coisa que existe realmente por aqui. Trabalho voluntário. As pessoas querem se sentir parte de algo, e acabam trabalhando nos pontos turísticos, seja como guias, como a japa de ontem, seja como um simples conservador dos monumentos. É doação de verdade.

Demos uma passadinha na Häagen Dazs, e pelo preço de um sorvetinho qualquer, conseguimos comprar essas duas belezinhas aí do lado. Simplesmente sensacionais. Que saudade da loja de copacabana!

Andando de carro pela rua, sintonizamos uma rádio tocando... João Penca e seus Miquinhos Amestrados!! Blitz!! Música brasileira no Hawaii. Tudo o que escutamos além de bom Reegae.

Fomos comprar algumas lembrancinhas, e acabamos conhecendo a Honolulu Cookie Company, que é uma loja de biscoitos com sabores típicos, como o abacaxi, a manga, o café e o chocolate. Eles vem com um formato de abacaxi, todos, e são muito saborosos. E baratos, para o tipo de presente. Compramos alguns para a família, e outros para nosotros, que não somos bobos nem nada.

Fomos almoçar no Hard Rock, como qualquer bom turista, e depois demos uma passadinha na Hilo Hattie, que é uma C&A misturada com Leader, mas só com coisas típicas. Fui pego por uma Hawaiana safada que me vendeu uma pérola por 10 dólares, mas peguei ela também, e comprei só a pérola. Elas tinham um baú com chaves todas iguais, que abriam o baú. Dentro do baú, vários papéis com descontos (todos iguais) para a pérola, e depois ela tentava empurrar uma jóia com valores mínimos de US$ 200,00, e eu levei só a pérola. Aí ficou empate.

Voamos com a Hawaiian Airlines, a mais chamosa cia. aérea do mundo. Um vôo tranquilo. Ao chegar, alugamos um Jeep, ao invés de alugar o desejado Dodge Caliber. Com ele, não conseguiríamos acessar alguns pontos interessantes da Big Island. Um pouco mais caro, mas... mais emocionante!

07.05

Hoje, fomos em direção à Hanauma Bay. Tivemos que acordar cedo. Bem cedo.

Recebemos a dica sobre a capacidade do estacionamento, na entrada da praia, e partimos cedo mesmo. Chegamos com o estacionamento quase cheio, mas como sempre, tudo o mais cuidado possível.

A Raquel usou como papel de parede, no micro, uma foto de Hanauma Bay, e ficávamos imaginando como seria chegar naquela praia. E foi. A praia é linda!

Ao chegar na praia, tivemos que assistir uma aulinha sobre a história, a preservação, as espécies do local. E tivemos que escutar em inglês, veja se pode.

Tinha uma japinha com uns fones de ouvido, distribuindo. Eram fones de tradução simultânea. Holandês? toma. Francês? toma. Japonês? É claro! Português? Português no tem no, né?

Aluguei uns apetrechos pra mergulhar, enquanto a Raquel ficou só na areia. E fiquei um tempão mergulhando. A estrutura da praia, cheia de corais, e com uma visibilidade incrível. Vi todo tipo de peixes, e um em particular era muito bonito. Chama-se Parrotfish, ou peixe papagaio. E o nome dele é muito bem aplicado.

Depois, fomos em direção à Kailua, margeando a costa. Era um dos nossos planos. Andar sem rumo, vendo as belezas da ilha. Passamos por Makapu'u, e vimos uma cena rara: Ondas. Nada de mais, mas com a falta de ondas por aqui, vale o registro.

Chegamos a Kailua, e encontramos uma praia incrível para o kitesurf, cheia de gente n'agua. Mas além da praia, tinha um parque maravilhoso a beira d'agua, muito verde, com famílias fazendo piqueniques, jogando fresbies com seus cachorros, passarinhos com cabeças vermelhas... enfim, um modelo de praia diferente, mas bem bonita.

Começamos a nossa super saga número dois. Conseguir ir na Kona Brewering. Uma cervejaria do Hawaii. Mas chegamos depois da Hora.